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Como o trabalho dos catadores colabora para a reciclagem no Brasil

O Brasil desperdiça muito dinheiro, cerca de R$ 6 bilhões por ano, por não ter uma política de reciclagem de plásticos adequada. Além disto, obviamente, sofre as consequências ambientais por este desleixo, como vias públicas imundas, rios que se tornaram verdadeiros esgotos a céu aberto, óbitos de animais e as inúmeras doenças provocadas por esta poluição.

 

Segundo dados do Fundo Mundial para a Natureza (WWF), o País é o quatro maior produtor de lixo plástico do mundo e recicla apenas 1% destes resíduos gerados.

 

Estes números são alarmantes, não é mesmo? Mas acredite: eles poderiam ser bem piores se não fosse o trabalho dos catadores. A atuação destes profissionais, muitas vezes não reconhecidos de forma merecida pela sociedade, é tão essencial que há várias associações para otimizar e estruturar os seus serviços.

 

Sem eles, os materiais plásticos não chegariam a empresas, como a MMP, responsáveis pelo reaproveitamento de toneladas de resíduos que são descartados diariamente de residências ou grandes empresas.

 

Os catadores fazem um trabalho de "formiguinha". Andam quilômetros todos os dias, separam os plásticos dos outros materiais, pois os brasileiros não têm o costume de fazer esta separação na hora de jogar o lixo fora, limpam o que dá para ser reaproveitado e entregam, por exemplo, para nós da MMP.

 

Depois, nossa equipe trabalha com um rigoroso controle de qualidade para recolocar estes resíduos, que outrora pareciam não ter mais serventia, no mercado novamente.

 

Aquilo que era considerado lixo anteriormente pode virar uma garrafa pet, um balde, uma bacia, uma cadeira, uma mesa, entre outros objetos. Isto tudo graças à atuação inicial dos catadores. Sem eles, não existiria reciclagem no Brasil, que, como já vimos, é bem incipiente.

 

A MMP apoia estes profissionais e atua diariamente para que eles continuem colaborando por um mundo mais sustentável.

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